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domingo, 18 de agosto de 2013

Hambúrgueres do McDonald’s não são aptos para o consumo humano



Chef revela que o restaurante ‘lava’ as carnes que não são aptas para o consumo com um agente antimicrobiano para poder usá-las como matéria-prima na preparação dos hambúrgueres.


16/08/2013


Comunicación Popular,

A carne que a rede de fast food McDonald’s inclui em seus hambúrgueres não é apta para o consumo humano, pois é “lavada” com substâncias tóxicas, assim demonstrou um chef ativista britânico.

Jamie Oliver, em seu programa de televisão na BBC, demonstrou como o McDonald’s ‘lava’ as peças de carnes que não são aptas para o consumo com um agente antimicrobiano, o hidróxido de amônio, para poder usá-las como matéria-prima na preparação dos hambúrgueres.

“Estamos falando de carnes que teriam sido vendidas como alimento para cachorros e que após este processo são servidas para seres humanos. Além da qualidade da carne, o hidróxido de amônio é prejudicial à saúde”, disse Oliver.

Depois de revelada esta ‘lavagem da carne’, a rede McDonald’s decidiu modificar sua receita, embora porta-vozes da companhia tenham negado que tenha sido em resposta à iniciativa do chef.

“Que ser humano, em seu juízo normal, colocaria um pedaço de carne encharcada em hidróxido de amônio na boca de uma criança?”, questionou Oliver.

Contudo, se você já comprou um hambúrguer do McDonald’s e esta informação o desorientou, não se preocupe, pode guardá-lo para comer depois, inclusive anos mais tarde, caso queira. Em abril passado, veio à luz a história de um cidadão estadunidense que conservou um sanduíche em perfeito estado: sem fungos, mofo e nem odor, durante 14 anos.

Tradução: Cepat

A ciência brasileira não é feita por cientistas, afirma professora da UFRJ



Suzana Herculano-Houzel. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados.

Para Suzana Herculano-Houzel, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil.


por Camila Cotta


Nos últimos anos, o Brasil vem acumulando bons resultados em rankings de produção científica. No último levantamento feito pela consultoria Thomson Reuter, entre 2007 e 2011, o País correspondeu a 2,6% da produção científica global. No entanto, esses artigos, que ultrapassam a barreira das 25 mil publicações por ano, não são feitos por cientista e sim por professores.

A avaliação foi feita pela neurocientista e professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Suzana Herculano-Houzel. Para ela, o fato de não haver regulamentação da profissão cientista atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil.

“Não posso dizer que neurocientista é minha profissão, porque a minha profissão de cientista não existe no Brasil. Não está na tabela das profissões regulamentadas pelo Ministério do Trabalho (MTE). Para poder atuar como cientista, eu atuo como professora de nível superior, eu literalmente faço ciência nas horas vagas”, expôs.

A professora explicou que a maior parte da ciência no Brasil por professores universitários ou por pessoas que não tem emprego nenhum, jovens cientistas chamados estudantes de pós-graduação. “A produção científica cresce ao longo dos anos por causa do número de mestres e doutores que são formados no Brasil. São esses jovens que produzem o conhecimento cientifico”, disse.

Para ela, o trabalho que os jovens exercem não é chamado de trabalho e sim estudo. “É como se eles investissem na educação deles. Outros países já não cometem mais esse erro.  O erro é não reconhecer esse trabalho como qualquer outro”, lamentou. “É um esforço laboral que gera um produto científico. Por que o jovem cientista recém graduado precisa passar pela humilhação de continuar sendo estudante?”.

Baixa remuneração

Suzana Herculano-Houzel contou que durante uma graduação o jovem já faz ciência como aprendiz, ou seja, um estagiário durante a iniciação cientifica, ganhando uma bolsa que tem o valor menor que o salário mínimo muitas vezes. Para trabalhar com ciência, quando ele se forma tem que entrar para pós-graduação.  “Isso significa se sujeitar a uma bolsa de mestrado  de R$ 1,5 mil reais mensais fixos pelos próximos dois anos sem qualquer direito trabalhista ou qualquer outro trabalho para complementar a renda”, observou .

A professora criticou ainda a obrigatoriedade em assinar uma declaração de que não vínculo empregatício do pesquisador com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e/ou com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). “É preciso passar por mais uma humilhação: o atestado de pobreza. Enquanto isso seus colegas recém formados em engenharia e direito, por exemplo, já têm trabalho de verdade, ganhando de verdade”.

Para o jovem continuar trabalhando como cientista, ele precisa ingressar num programa de doutorado. “É a única atividade de emprego se ele quiser atuar como cientista. A bolsa também tem valor mensal de R$ 2,2 mil, sem nenhum vínculo empregatício e benefícios trabalhistas”, comentou.

Sugestões

De acordo com Suzana, é possível fazer contratações por fundações e institutos  de ciências ligados as universidades,  que poderiam receber dos governos os valores que hoje são pagos como bolsa, com contrato de trabalho e todos os direitos empregatícios. “Com a obrigatoriedade de contratação virá a possibilidade de salários com valores competitivos”, decsreveu.

Para ela, dessa forma, a ciência caminha e a sociedade cresce. “É fundamental para a soberania de uma população que ela valorize  a produção de conhecimento cientifico. Isso começa por valorizar seus cientista. Fazer ciência no Brasil hoje,  infelizmente, é uma péssima decisão profissional com pouquíssimas perspectivas”, finalizou.

sábado, 10 de agosto de 2013

IV Fórum Trabalho e Saúde

Precarização do Trabalho, Saúde do Trabalhador e Invisibilidade Social
Dia 22 de agosto de 2013
UNESP - Marília
Local: Anfiteatro I
Promoção: RET/ADESAT-Projeto Tela Crítica/CineTrabalho
Apoio: FAPESP - PROEX
A T E N Ç Ã O
Período de Inscrições para Participação
De 12 de junho a 22 de agosto de 2013
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Período de Inscrições de trabalhos

De 12 de junho a 16 de agosto de 2013
Normas para Apresentação de Trabalhos CientíficosClique Aqui
Para inscrever-se Clique Aqui
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Programação
Quinta-feira, 22 de agosto de 2013
MANHÃ
09:30 h às 12:00 h
Anfiteatro I – Unesp – Marilia

Abertura
Dr. Giovanni Alves (UNESP)coordenador da RET/Projeto Tela Crítica/CineTrabalho
Nome da Mesa: 
“PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI”
Coordenação: MS. Daniel Pestana Mota - ADESAT

Conferencistas:
Dr. Roberto Heloani (UNICAMP)
Dr. Leonardo Wandelli - Juiz do Trabalho e professor da UFPR
Dra. Liliana Lima - (PUC-Campinas)
Dra. Selma Venco (Unimep)
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TARDE
14:30 h às 17:00 hSessões de Comunicações de Pesquisa
Apresentação de Pesquisas Científicas

Prédio de Atividades Didáticas – Unesp – FFC – Marília-SP
Debatedores
Dra. Vera Navarro (USP)
Dr. Giovani Alves (UNESP)

17:00 h às 18:30 h
Anfiteatro I – Unesp – FFC – Marília-SP

Documentarismo Social do Trabalho: 
Dando Visibilidade ao Mundo do Trabalho

Pré-Abertura Colóquio Tela Crítica/CineTrabalho
Apresentação 

Dr. Giovanni Alves 
(UNESP)
Exibição do video-documentário
"Suor e fuligem em Serrana"
Exposição:
Dra. Vera Navarro (USP)
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NOITE
19:00 h às 22:00 h


Nome da Mesa:

“PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO, SAÚDE DO TRABALHADOR E INVISIBILIDADE SOCIAL”

Coordenação: Bruno Chapadeiro Ribeiro (RET/OST)
Conferencistas: 
Dr. Danilo Fernandes Costa- Médico (SRTE-SP)
Walcir Previtale - Sindicato dos Bancários de São Paulo
Dr. Théo de Oliveira - Médico – Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Dr. Carlos Alberto Trindade Rebonatto – 
Juiz do Trabalho do TRT-CE
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ESPECIAL - EVENTO CONEXO

Sexta-feira, dia 23 de agosto de 2013
X Colóquio Tela Crítica/CineTrabalhoTrabalho e Memória Social
Dando visibilidade ao Mundo do Trabalho

Local: UNESP - Marília
Promoção: Projeto Tela Crítica/CineTrabalho
Apoio: PROEX - UNESP
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Programação
Sexta, 23 de agosto de 2013
MANHÃ
09:00 - 12:00 h
AberturaApresentação Projeto Tela Crítica CineTrabalho/OST
Palestra

O documentarismo social de Eduardo Coutinho
Discutindo o filme "Peões"

Exposição

Dr. Giovanni Alves 
(UNESP)
Debatedores 
Aroaldo Oliveira da Silva - 
Coordenador da Comissão de Fábrica da Mercedes-Benz (São Bernardo do Campo - SP)
Dr. Renan Araújo 
(UNESPAR - Paranavaí)
Dr. Théo de Oliveira 
(Médico – Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo) 
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TARDE
14:00 h às 18:00 h
Mini-curso
Técnicas de Registro Audiovisual do Mundo do Trabalho
A Estética do CineTrabalho
Dr. Giovanni Alves 
(UNESP)
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NOITE
19:30 h às 22:30 h

PalestraO vídeo-documentarismo social do mundo do trabalho
Exposição:
Roberto Novaes
cineasta e professor da UFRJ
Exibição e discussão dos filmes inéditos de Beto Novaes
“Nuvem de Veneno”
“Linha de corte”
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Promoção



Janela Indiscreta apresenta e comenta: "Amor"

A O Janela Indiscreta informa que a sessão especial com o filme “Amor” (2013), que seria realizada no dia 2 de agosto, foi adiada para 13 de agosto, terça-feira. O Cinema na Uesb exibe o longa às 19h30, no Teatro Glauber Rocha, com entrada franca. A classificação indicativa é de 14 anos. O comentário será do professor Paulo Henrique Alcântara (Cinema/Uesb).

Sobre o filme

Georges (Jean-Louis Trintignant) e Anne (Emmanuelle Riva) são um casal de aposentados, que costumava dar aulas de música. Eles têm uma filha musicista que vive com a família em um país estrangeiro. Certo dia, Anne sofre um derrame e fica com um lado do corpo paralisado. O casal de idosos passa por graves obstáculos, que colocarão o seu amor em teste.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Chile: os povos originários da América continuam à sombra sádica do Estado burguês

Título original: ¡Ante el asesinato de Rodrigo Melinao Licán, solidaridad con el pueblo mapuche!




Rodrigo_Meliano...

"mis venas no terminan en mí,
sino en la sangre unánime
de los que luchan por la vida,
el amor,
las cosas,
el paisaje y el pan,
la poesía de todos."

(Roque Dalton)

La Sociedad de Escritores de Chile desea expresar su más profundo rechazo ante el asesinato del comunero mapuche Rodrigo Melinao.

Resulta inaceptable, desde cualquier punto de vista en que el ser humano ocupe el lugar de privilegio que le corresponde, el ejercicio de una violencia cobarde y fratricida que una vez más cobra la vida de un "hombre de la tierra"...de esta tierra...de todas las tierras. Reclamamos del Estado de Chile y de sus autoridades de turno el fin de la impunidad ante hechos de esta naturaleza, así como el esclarecimiento oportuno y veraz de esta muerte injusta, dolorosa y a todas luces producto de un manejo verticalista, extemporáneo y represivo por parte del Estado de Chile en relación a las reivindicaciones seculares de la Nación Mapuche.

Víctor Sáez
Presidente Sociedad de Escritores de Chile
Santiago, 08 de agosto de 2013


Fonte: Luis E. Aguilera, Jueves, 08 de Agosto de 2013.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Crônica de agressão e assassinato

Mais informações sobre este movimento:
 http://quemmatouricardo.noblogs.org/

Pela imediata investigação e punição dos responsáveis

NOTA PÚBLICA



O Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de São Paulo vem a público relatar e se posicionar diante dos fatos ocorridos desde quarta-feira na Vila Mathias, em Santos-SP.

Na quarta feira, 31/07, Ricardo Ferreira Gama – funcionário terceirizado da Unifesp Baixada Santista – após responder a uma ofensa feita a ele, foi agredido pela polícia em frente da Unidade Central, na Rua Silva Jardim. Alguns estudantes agiram verbalmente em defesa de Ricardo e foram ao 1º DP, aonde os policias afirmaram que levariam o funcionário.

Chegando lá, os estudantes foram informados que Ricardo fora levado ao 4º DP. E no 4º DP, que eles estariam na Santa Casa. Ou seja, eles estavam sendo despistados. De volta da Santa Casa, onde realmente estavam os policias e o funcionário, foram avisados pelos próprios policias que cometeram a agressão que o rapaz tinha sido liberado e que estava tudo resolvido. Ele não teria feito Boletim de Ocorrência., pois "admitiu" que não fora agredido.

Um dos estudantes quis, ele próprio, abrir um Boletim de Ocorrência e, a partir disso, começou a ser intimidado pelos policiais. Assustados, os estudantes foram embora sem abrir o B.O.

Chegando na Unifesp, os estudantes foram procurados pelo Ricardo que disse ter sido procurado em sua casa pelos policiais dizendo que se estudantes não parassem de ir à delegacia, eles "resolveriam de outro jeito".

Na quinta-feira (01/08) à noite viaturas com homens não fardados de cabeça pra fora rondavam a Unifesp. Pessoas também chegaram a ir pessoalmente na Unifesp pedir a funcionários vídeos que estudantes teriam feito da agressão, e disseram que se ele não entregassem, “seria pior”.

Pois, mesmo com o passo atrás em relação ao Boletim de Ocorrência e sem nenhum vídeo publicado, na madrugada de quinta para sexta-feira (02/08) quatro homens encapuzados mataram o Ricardo na frente de sua casa com oito tiros.

Na segunda-feira, 05/08, houve uma roda de conversa no campus sobre o caso puxada pela Congregação. A direção teve momentos vergonhosos, dizendo, por exemplo, que "o caso aconteceu da porta pra fora", ou ainda, sob risos, que "os terceirizados são tratados da mesma forma que os demais servidores".

Isso acontece num contexto em que o país ainda se pergunta “Onde está o Amarildo?” e em que a Baixada Santista enfrenta grupos de extermínio matam a juventude com um único critério: a vítima é pobre, preta e periférica.

Sabemos que a policia não garante a segurança da maioria da população pelo contrário, sendo um dos braços do Estado ela institucionaliza o controle social e exerce a repressão contra os trabalhadores, principalmente os negros e pobres. As politicas de segurança publica criminalizam qualquer ato resistente às imposições que seguem a lógica do mercado, suas elites e do governo. Não é essa segurança que queremos, que nos oprime, reprime e nos explora! Defendemos a desmilitarização da policia e uma segurança publica a serviço dos trabalhadores e não das propriedades privadas!

O Diretório Central dos Estudantes não se calará e se manterá em luta, junto da comunidade acadêmica e da classe trabalhadora contra a truculência e a violência policial contra a população pobre e trabalhadora.

Não nos calaremos até que seja respondida a pergunta: QUEM MATOU O RICARDO? E até que o Estado seja responsabilizado pelos seus crimes.

06 de agosto de 2013
Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de São Paulo

Concurso Unesp/Franca

Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, vinculada à Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", tornou pública a abertura do período de inscrições, para o Concurso Público - Edital nº 86/2013, destinado ao preenchimento de uma vaga no cargo de Professor Assistente Doutor.
A contratação será em caráter celetista em RDIDP, para atuar no Departamento de Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais do Campus de Franca - SP, nas disciplinas "Organizações e Sistemas Internacionais"; "Política Externa: Mecanismos de Integração da América Latina"; "Política Externa Brasileira" e "Política Internacional".
O vencimento correspondente a função exercida, é de R$ 9.184,94, na referência MS-3.1, porém, caso o profissional selecionado possua título de Livre-Docente, este valor passa a integrar a referência MS-5.1, totalizando o rendimento de R$ 10.950,28.
As inscrições serão recebidas, de 07 de agosto de 2013 a 05 de setembro de 2013, na Seção Técnica de Comunicações da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - Unesp, situada na Avenida Eufrásia Monteiro Petráglia, nº 900 - Jardim Doutor Antonio Petráglia, em Franca - SP. O horário de atendimento, é das 9h às 11h e das 14h30 às 16h30. O valor a ser recolhido para a efetivação da inscrição, é de R$ 72,00.
Os profissionais aptos a participarem deste concurso são aqueles que possuem graduação em Relações Internacionais; Ciências Sociais; Sociologia; Economia ou Filosofia, e que tenham, no mínimo, título de Doutor em Ciências Humanas.
A seleção será composta de Prova de Títulos, Prova Didática e Arguição de Projeto de Pesquisa.